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terça-feira, 20 de novembro de 2012

Divulgação de evento V

Olá pessoal! Beleza?

Hoje divulgamos um curso que ocorrerá nos próximos dias, anotem aí e repassem aos seus colegas, ok. Abraço a todos!


Curso de Ornitologia



quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Iluminação em praças de Floripa causam impactos na avifauna

Olá pessoal, tudo beleza?

Estamos compartilhando uma notícia do portal Clicrbs sobre um impacto ocasionado nas populações de aves que habitam regiões da cidade de Florianópolis (SC). É muito importante a consulta de um profissional especializado quando se pretende construir empreendimentos ou mesmo tomar medidas como esta, em lugares os quais são habitat´s de outras espécies. 

Nova iluminação deixa aves sem dormir em praças públicas de Florianópolis


Praça em frente ao corpo de bombeiros, no centro da cidade. 
Pássaros esperam para dormir em uma noite que não chega. Desorientados, perdem a noção de rumo nas rotas de idas e vindas para os ninhos. Assim vivem as espécies de áreas públicas de Florianópolis desde que a prefeitura ordenou a substituição das lâmpadas na Praça do Bispo e na Praça dos Bombeiros, as duas no Centro de Florianópolis.

O canto da passarinhada fora de horário pode ser percebido.

— Não é normal ouvir passarinhos cantando à noite — diz Denise Meyer, que mora ao lado da Praça do Bispo.

Para Lúcio Dias das Silva Filho, do Movimento IlhaVerde, a iluminação nestas praças é inadequada e fora dos padrões técnicos. Além da preocupação com as aves, o representante do IlhaVerde se informou junto a especialistas de que os vegetais podem depurar de forma forçada líquidos para sua manutenção (seivas, licores e leites) que fazem expelir antes do tempo, alterando o biociclo, levando à deformação ou à morte.

Para Zena Becker, presidente da ONG FloripAmanhã, a substituição das lâmpadas sem uma consulta a especialistas para verificar o efeito nas espécies da fauna e flora reflete os desmandos na cidade:

— Falta pensar antes de planejar.

Cidelma Marina Bittencourt é gerente de convênio e Contribuição para o Custeio da Iluminação Pública (Cosip), da prefeitura. Ela explica que foram gastos R$ 366 mil, recursos exclusivos da Cosip. A intenção foi reduzir custos com substituição de postes e luminárias. Só na Praça dos Bombeiros foram trocados 33 postes, 66 luminárias, quatro holofotes.

— Até agora só recebemos elogios, pois as pessoas podem andar com maior segurança. Além do embelezamento. Sabe-se que esses locais muitas vezes são pontos de concentração de desocupados — diz.

Marco Aurélio Abreu é diretor na Fundação do Meio Ambiente (Floram). Responsável pelo Departamento de Praças e Arborização Pública, admite que não o setor não foi consultado sobre a substituição das lâmpadas.

— As luzes alteram o comportamento das aves, mas não não sabemos o real impacto que está tendo.

Mesmo reconhecendo como importante a iluminação para segurança, ele acredita que um parecer da Floram poderia ter ajudado.

Referência

BASTOS. A. (CLICRBS). Nova iluminação deixa aves sem dormir em praças públicas de Florianópolis. Disponível em: http://diariocatarinense.clicrbs.com.br/sc/geral/noticia/2012/11/nova-iluminacao-deixa-aves-sem-dormir-em-pracas-publicas-de-florianopolis-3944398.html Acesso em: 08 nov. 2012

Abraço a todos! 

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Temporada 2012 de Baleias Francas em SC já começou!

Oi navegadores, como estão?

A temporada de 2012 de Baleias Francas em Santa Catarina já começou. Abaixo uma reportagem que o DC disponibilizou em seu site sobre o assunto, como o mapa de avistagem elaborado pelo "Projeto Baleia Franca".

"Início de temporada com seis baleias francas traz boa expectativa em Imbituba e Garopaba, no Litoral Sul de SC".

Está aberta a temporada da baleia franca em SC. O primeiro passeio embarcado para observação aconteceu no sábado, entre Garopaba e Imbituba, e pelo grande número de animais avistados — foram seis, sendo um filhote recém-nascido — este deve ser um ótimo ano para este tipo de turismo.

A coordenadora do Instituto Baleia Franca (IBF), a bióloga Mônica Pontalti, explica que a quantidade avistada surpreendeu. Neste período, as aparições costumam ser poucas.

— Isto é um bom sinal. Provavelmente teremos um grande número de visitantes este ano — afirma a bióloga, ressaltando que o pico é entre agosto e novembro.

No ano passado, a região recebeu 172 animais — a média costuma girar entre 100 e 200. O recorde foi em 2006, com 194. Já 2009, foi o pior ano, com apenas 62 registros.

Litoral propício

A bióloga explica que os mamíferos procuram Santa Catarina nesta época do ano para parir, já que a água é mais quente e tranquila, é propícia para o parto e as primeiras semanas de vida do filhote.

— A geografia das praias do Estado atraem as baleias, que buscam também proteger o filhote de predadores naturais.

As gigantes se concentram num faixa de 130 quilômetros da costa catarinense, entre as praias da Lagoinha do Leste, na Capital, até Balneário Rincão, no Sul do Estado. A região é área de proteção ambiental (APA). As embarcações saem com a localização certa das baleias, já que há quatro pontos de observação em terra com monitores que avisam onde os animais estão.

O avistamento dos animais pode ser feito por terra, nos costões ou alto de morros, de preferência com o uso de binóculos. Mas a melhor alternativa é o avistamento embarcado, serviço que é oferecido por empresas de Garopaba e Imbituba.

Apenas as embarcações autorizadas podem fazer o passeio, já que existe uma série de regras a serem cumpridas, como distância mínimas. Barcos não autorizados ou particulares não podem se aproximar dos animais e podem ser multados.


Setor pede outros investimentos

O turismo de observação de baleias é a grande aposta dos empresários de Garopaba e Imbituba para combater a sazonalidade. Mas ainda falta estrutura adequada. O presidente do Instituto Baleia Franca (IBF), Henrique Litman, também dono de uma operadora que faz passeios para visualização dos animais, pede mais atenção do setor público.

— Precisamos de um píer ou trapiche para facilitar o embarque e desembarque. Hoje, os turistas têm que entrar na água e se molhar para chegar até o barco.

Litman acha que falta investimento em divulgação.

— Precisamos comunicar para o Brasil e o mundo que temos aqui algo raro e incrível. Mas infelizmente este potencial não está sendo explorado. Recebemos um número ínfimo de turistas, cerca de 5 mil por ano. Na Argentina, por exemplo, são 250 mil. No ano passado, a atividade movimentou cerca de R$ 12 milhões em todo mundo.

Para a coordenadora do Instituto Baleia Franca (IBF), a bióloga Mônica Pontalti, ainda há falhas no que diz respeito à proteção aos animais. Um dos problemas são as redes de pesca que muitas vezes se enroscam nas baleias, provocando ferimentos e colocando a vida do animal em risco.

— O ideal é que estas redes não fossem colocadas neste região, mas isso prejudicaria muito os pescadores. O ideal é que eles retirem a rede quando avistarem uma baleia e depois recoloquem quando o animal de afastar.

Apesar das dificuldades, o clima é de muito otimista entre o trade turístico com a temporada deste ano.

Referência

ARAUJO, Viviane. (DC). Início de temporada com seis baleias francas traz boa expectativa em Imbituba e Garopaba, no Litoral Sul de SC. Disponível em: <http://diariocatarinense.clicrbs.com.br/sc/geral/noticia/2012/07/inicio-de-temporada-com-seis-baleias-francas-traz-boa-expectativa-em-imbituba-e-garopaba-no-litoral-sul-de-sc-3822439.html>.  Acesso em: 18 jul 2012.

Para acessar o mapa de avistagem, clique aqui.

Obrigado pela visita e em breve lançaremos mais postagens.

PS - revisão efetuada em 20/05/13.